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BORBULHA -GELADO DE MUCUA FEAT BIBA (AFRO HOUSE)
FLEX INFANTIL -DJ LOLO FEAT DADA 2 x DOURO JÚNIOR (KUDURO)
TUDO É PASSAGEIRO -LOPES KICONDA [DOWLOAMD/BAIXAR]
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Faveur Mukoko feat. Morijah - Ma Saison De Gloire
Faveur Mukoko feat. Eunice Manyanga - Ayokaka Losambo
Choisie Basolua feat. Michel Bakenda - Dose Unique
CASAREMOS-BRUNA TATIANA ft SOARITO [DOWLOAND/BAIXAR]
IRINA BARROS-BRINCADEIRA BRANCA [DOWLOAND)BAIXAR]
EU QUERO TE VER-BADI BANZELO ft LURHANY xRAFAEL BEATS [DOWLOAND/BAIXAR]
África“Temos tribunais capturados”, denuncia jurista e directora de gabinete de Domingos Simões Pereira
Em declarações à Rádio Correio da Kianda, a jurista considerou “incompreensível” a demora de sete meses para o Tribunal Militar Superior formalizar a constituição de suspeito no processo, sublinhando que a situação levanta sérias dúvidas sobre o respeito pelos procedimentos legais
Segundo explicou, em Março de 2026 o próprio Tribunal Militar Superior teria considerado não existirem indícios da prática de crimes, decisão que, no seu entendimento, terá sido posteriormente revertida após mudanças na composição dos juízes.
Ruth Monteiro acusa ainda o afastamento de magistrados que anteriormente se pronunciaram no processo, alegando que tais decisões visavam sustentar a manutenção da detenção do líder do PAIGC.
A responsável refere igualmente a substituição da liderança do Tribunal Militar Superior por um novo presidente, que, segundo afirmou, estaria ligado a círculos familiares do Presidente guineense, acusação que associa a uma reorganização do colectivo de juízes responsável pelo processo.
Para a jurista, estas alterações representam uma violação dos princípios da independência judicial, do juiz natural e da legalidade, consagrados na Constituição da Guiné-Bissau.
“Estamos perante tribunais capturados e sujeitos à vontade política”, afirmou, acrescentando que o processo em curso compromete a credibilidade das instituições judiciais.
Ruth Monteiro criticou ainda o enquadramento jurídico do caso, no qual civis estariam a ser julgados por um tribunal militar, situação que considera contrária aos princípios do Estado de Direito.
Domingos Simões Pereira permanece privado de liberdade desde 26 de Novembro de 2025, num processo que, segundo as autoridades judiciais, envolve alegados “actos preparatórios” associados a uma tentativa de golpe de Estado
HUAMBO: SERVIÇO DE INVESTIGAÇÃO CRIMINAL DETÉM TRÊS MULHERES ACUSADAS DE MATAR TRÊS CRIANÇAS
O Serviço de Investigação Criminal (SIC) no Huambo deteve três cidadãs nacionais, com idades entre 19 e 36 anos, acusadas do crime de homicídio qualificado contra três crianças, em casos distintos registados nos municípios do Bimbe, Huambo e Caála.
Segundo uma nota de imprensa do SIC, as detenções ocorreram nos dias 28 e 31 de Maio, em flagrante delito. As vítimas são duas filhas e uma neta das implicadas, com idades de 7 meses, 1 ano e 5 meses e 3 anos.
O primeiro caso foi registado na aldeia de Calavi, município do Bimbe, onde uma mulher de 20 anos terá colocado a própria filha, de apenas sete meses, ainda com vida, dentro de uma cacimba. A criança acabou por morrer horas depois. De acordo com o SIC, a suspeita simulou inicialmente o desaparecimento da menor e alegou posteriormente ter agido sob pressão do ex-marido, que condicionava o reatamento da relação à morte da criança.
O segundo caso ocorreu no bairro Calomanda, município do Huambo. As autoridades indicam que uma jovem de 19 anos colocou a filha, de um ano e cinco meses, dentro de um saco e lançou-a para um riacho, provocando a sua morte. Em declarações às autoridades, a suspeita alegou que a criança dificultava as suas saídas noturnas.
Já no município da Caála, bairro Bloco 7, uma mulher de 36 anos é acusada de ter causado a morte da neta, de três anos, após bater repetidamente com a cabeça da criança contra uma parede. O acto terá ocorrido sob efeito de bebidas alcoólicas, resultando em fratura craniana que levou ao falecimento da menor.
As três suspeitas foram presentes ao Ministério Público e ao Juiz de Garantias, que decretou a medida de coação de prisão preventiva enquanto decorrem os trâmites processuais.
Na nota, o SIC condena energicamente os actos praticados contra as crianças e reafirma o compromisso de continuar a combater todos os crimes que atentem contra a vida e a dignidade humana.
NOVAS REGRAS DE FUTEBOL
O pacote das novas regras da FIFA para o Mundial de 2026 representa uma tentativa clara de tornar o futebol mais dinâmico e menos tolerante ao anti-jogo, um problema que há anos tem prejudicado o espetáculo. Em teoria, considero as medidas positivas, sobretudo porque atacam práticas recorrentes como a demora dos guarda-redes, substituições lentas e interrupções exageradas para assistência médica.
A limitação do tempo para reposição da bola pode aumentar o ritmo das partidas e obrigar as equipas a jogarem de forma mais objectiva. No entanto, acho algumas punições excessivas como transformar uma demora de um guarda-redes num pontapé de canto para o adversário pode gerar polémica, já que o castigo pode ser desproporcional em determinados momentos do jogo.
A regra das substituições também promete discussão. Embora tenha como objectivo impedir perdas de tempo, obrigar uma equipa a jogar temporariamente com menos um futebolista pode interferir directamente no equilíbrio competitivo, sobretudo em jogos decisivos. Há ainda o risco de aumentar a pressão física sobre os atletas lesionados, que poderão tentar sair rapidamente mesmo sem condições.
Quanto ao VAR, a ampliação da sua intervenção pode corrigir injustiças importantes, especialmente em erros claros relacionados com cartões e decisões técnicas. Porém, existe sempre o perigo de o futebol ficar excessivamente dependente da tecnologia, retirando espontaneidade e aumentando debates sobre critérios de interpretação.
No geral, a FIFA procura proteger o espetáculo e reduzir interrupções artificiais, mas o sucesso destas mudanças dependerá da consistência da arbitragem e da capacidade de aplicar as regras sem transformar o jogo numa sucessão de punições e controvérsias.
Que venha o Mundial 2026!
Sete moçambicanos mortos em acções xenófobas na RAS
Pouco mais de 800 moçambicanos residentes na República da África do Sul foram, na última sexta-feira, vítimas de acções de xenofobia, mais concretamente na Cidade de Mossel Bay, na Província de Cabo Ocidental. No mesmo local, sete cidadãos moçambicanos morreram, cinco dos quais por consequência directa dos ataques xenófobos e outros dois como resultado de um acidente de viação, quando viajavam, em viatura particular, de regresso a Moçambique.
Segundo o comunicado a que “O País” teve acesso, as autoridades moçambicanas têm estado, desde a ocorrência, a monitorar a situação, através do Consulado de Moçambique na Cidade do Cabo.
No último sábado, 300 moçambicanos regressaram, por meios próprios, ao País. Outros, pouco mais de 500 pessoas, encontravam-se albergados, desde então, num local seguro, na Província do Cabo Ocidental.
Segundo o mesmo documento, está, no momento a decorrer, a partir de hoje, o processo de repatriamento.
Os cidadãos serão levados aos locais onde possuem as suas residências, nomeadamente em Gaza, Inhambane, Maputo, Cidade de Maputo e Manica .
À sua chegada à fronteira de Ressano Garcia, na Província de Maputo, os moçambicanos em processo de regresso forçado ao País recebem dois kits alimentares, um para o seu uso imediato e outro para os primeiros 10 dias de restabelecimento nas suas zonas de origem.
Presidente da República atribui terrenos e 100 mil meticais a cada jogador dos “Mambinhas”
O Presidente da República, Daniel Chapo, atribuiu um prémio monetário no valor de 100 mil meticais a cada jogador da selecção nacional Sub-17 de futebol, os “Mambinhas”, e concedeu títulos de Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) aos jogadores e aos membros da equipa técnica, durante a cerimónia de homenagem à inédita qualificação de Moçambique para o Campeonato do Mundo Sub-17 da FIFA, a realizar-se no Qatar, em finais deste ano, ao receber, nesta segunda-feira, a equipa no seu Gabinete.
Segundo o comunicado da Presidência, para o Chefe do Estado, a qualificação representa “uma das páginas mais bonitas da nossa história”, por colocar, pela primeira vez, uma selecção moçambicana numa fase final de um Mundial de ‘futebol onze’, designadamente o Campeonato do Mundo Sub-17 da FIFA 2026.
Durante a recepção, o estadista destacou o orgulho nacional pelo feito, sublinhando o sentimento de emoção e pertença colectiva associado ao desempenho dos jovens atletas, cujo momento coincidiu com as celebrações do Dia Internacional da Criança, que se assinala a 1 de Junho.
Na ocasião, o Presidente Chapo dirigiu-se aos jogadores e às crianças moçambicanas, recordando que os “Mambinhas” integram ainda a infância e representam o futuro do País, reforçando a importância da valorização e protecção do talento juvenil.
Ainda de acordo com a mesma nota, o Chefe do Estado sublinhou igualmente o papel da equipa técnica, liderada pelo seleccionador Luís Guerreiro, da Federação Moçambicana de Futebol (FMF) e das estruturas de apoio, destacando o trabalho realizado na transformação do talento em resultados desportivos.
Referiu ainda o contributo dos clubes formadores, salientando que é nos bairros e em contextos frequentemente desafiadores que se inicia o percurso dos atletas, apelando à continuidade do investimento na formação desportiva e no reforço das bases do futebol nacional.
No plano desportivo, o governante recordou que o apuramento resulta de um processo consistente de crescimento da selecção sub-17, sublinhando que o resultado alcançado reflecte a combinação entre talento, disciplina e organização.
Em relação à participação no Mundial do Qatar, o Chefe do Estado afirmou que a selecção enfrentará a competição com ambição e responsabilidade, destacando que os “Mambinhas” representam o País e carregam a missão de dignificar a Bandeira Nacional.
O Presidente da República apelou ainda aos atletas para manterem o equilíbrio entre o desporto e a educação, sublinhando que o futebol deve caminhar lado a lado com a formação académica e o desenvolvimento do carácter.
Por fim, destacou que a qualificação da selecção tem um impacto mobilizador no País, ao reforçar o sentimento de unidade nacional e evidenciar o papel do desporto como factor de coesão social
COMO ISABEL FEZ PARA DESAPARECER COM OS 16 MILHÕES DE EURO DO PORTUGAL 🇵🇹
Imagine dever mais de 16 milhões de euros a bancos...
E eles simplesmente não conseguirem cobrar.
Parece impossível.
Mas é exatamente o que está acontecendo.
No centro da história está Isabel dos Santos.
Durante anos, ela foi apresentada como a mulher mais rica da África.
Empresas.
Investimentos.
Participações milionárias.
Uma fortuna construída através de uma complexa rede de negócios espalhada por vários países.
Mas então tudo mudou.
Vieram as investigações.
Vieram as denúncias.
Vieram os vazamentos conhecidos como "Luanda Leaks".
E quando os bancos portugueses decidiram recuperar mais de 16 milhões de euros ligados à compra da Efacec...
descobriram um problema.
👉 O dinheiro era devido.
Mas não havia bens em nome dela em Portugal.
A dívida existia.
A cobrança também.
Mas não havia onde bater.
Tribunais confirmaram a existência da dívida.
Os bancos tentaram os mecanismos legais disponíveis.
Mas encontraram algo que se tornou cada vez mais comum no mundo moderno:
empresas dentro de empresas.
Estruturas dentro de estruturas.
Camadas jurídicas que tornam difícil identificar quem realmente controla o quê.
Enquanto isso...
Isabel dos Santos vive no Dubai.
E o processo continua atravessando tribunais, recursos e fronteiras.
Mas talvez a parte mais interessante dessa história não seja sobre uma pessoa.
E sim sobre o sistema.
Porque ela levanta uma pergunta desconfortável:
💭 O que acontece quando o dinheiro consegue viajar mais rápido do que a justiça?
Durante séculos, riqueza significava terras, fábricas, propriedades.
Hoje ela pode estar espalhada por empresas, participações, fundos e jurisdições diferentes.
E quando isso acontece...
o dinheiro não desaparece.
Ele apenas muda de forma.
E às vezes, encontra lugares onde é muito mais difícil alcançá-lo.
História real.
SABES O QUE ACONTECE QUANDO FALAS NO SONO?
👩⚕️🛑Quem divide a cama com alguém que fala dormindo sabe muito bem o susto que é acordar às três da manhã com a pessoa conversando com o travesseiro. O nome médico para esse mistério noturno é sonilóquio, e ele acontece justamente porque o nosso cérebro é uma máquina tão complexa que, de vez em quando, esquece de apertar todos os botões de desligar na hora certa. Nas fases do sono ou começa a sonhar, o cérebro libera uma ordem química que paralisa os nossos músculos, como se fosse um bloqueio temporário, para impedir que a gente saia correndo pela casa vivendo o que está sonhando. O problema é que, às vezes, ocorre um pequeno curto-circuito nesse sistema. O bloqueio falha rapidamente e a ponte que liga o cérebro às cordas vocais fica aberta, permitindo que as palavras do seu subconsciente escapem para o mundo real.
Na grande maioria das vezes, quem fala dormindo solta apenas frases sem sentido, palavras soltas ou resmungos que não significam grandes coisas. A verdadeira reflexão que devemos fazer está no motivo que faz esse curto-circuito acontecer com mais frequência. Falar dormindo não é uma doença, mas costuma ser um alarme altíssimo de que a sua rotina está esmagando a sua saúde mental. O estresse extremo, a ansiedade engolida a seco durante o dia, a falta de horas na cama e até o excesso de álcool deixam o cérebro tão agitado que ele simplesmente não consegue encontrar a paz para apagar por completo.
⚠️Caso sintomas ou dúvidas sobre sua saúde, procure sempre um profissional qualificado!































