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DOMINGO DE RAMOS SEGUNDO A BÍBLIA


 O Domingo de Ramos celebra a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém, montado em um jumentinho, dias antes de sua paixão e morte, sendo aclamado como Rei com ramos de palmeira (Mateus 21:1-11, Marcos 11:1-10, Lucas 19:28-44 e João 12:12-19). O evento simboliza o reconhecimento de Jesus como Messias e o início da Semana Santa.

Significado Bíblico e Contexto

Sílvia Lutucuta anunciou para 2026 a abertura de concursos públicos para admitir 6 mil novos profissionais


 


O sector da Saúde vai dar início, no próximo dia 26 de Fevereiro de 2026, ao aguardado concurso público que promete abrir portas a centenas de profissionais em todo o país.

A iniciativa contempla vagas para médicos, enfermeiros, técnicos de diagnóstico e terapêutica, pessoal de apoio hospitalar, regime geral e trabalhadores sociais, numa aposta clara no reforço do Sistema Nacional de Saúde e na melhoria dos serviços prestados à população.
Segundo informações avançadas, o processo será coordenado pelo Ministério da Saúde, que deverá divulgar oficialmente os critérios de acesso, o número total de vagas disponíveis, bem como os prazos e procedimentos para as candidaturas.
Os interessados são aconselhados a acompanhar os canais oficiais para não perderem os detalhes sobre esta oportunidade de ingresso na função pública no sector da saúde.

Phedilson-Quero Mais (ft Deezy e TDjay)

 




LURHANY x TEO NO BEAT Toda Hora (zouck)

 




Graciano Damásio ft Florêncio Handanga-Paulina (Kizomba)

 




Badoxa Eu e Tu (kizomba)

 




IDEIAS DE MELHORES PRESENTES PARA O DI A DOS NAMORADOS

 Os melhores presentes de Dia dos Namorados unem personalização e experiências, como álbuns de fotos, joias, jantares românticos, ou kits personalizados. Kits de barbear, perfumes, smartwatches, roupas e experiências como viagens ou ingressos para shows também são ótimas opções, demonstrando carinho e atenção aos gostos do parceiro.


 

Ideias de Presentes por Categoria:

História de São Valentim


 São Valentim foi um bispo e mártir cristão do século III, executado em 14 de fevereiro por volta de 269 d.C. sob o comando do Imperador Cláudio II, em Roma. Ele desafiou a proibição imperial de casamentos, realizando uniões secretas para apaixonados, o que o tornou o padroeiro dos namorados.

Pontos-chave da história:

  • A Proibição: Cláudio II acreditava que homens solteiros eram melhores soldados e proibiu casamentos. Valentim continuou realizando as cerimônias às escondidas.
  • Prisão e Legenda: Preso, reza a lenda que Valentim se apaixonou pela filha cega do carcereiro, curando-a da cegueira e enviando-lhe uma carta assinada "do seu Valentim" antes de ser executado.
  • Origem do Dia: O 14 de fevereiro foi estabelecido para celebrar o amor e a união, com a tradição de troca de mensagens ("valentines") ganhando força na Idade Média.
  • Martírio: Valentim foi decapitado na Via Flaminia, em Roma, confirmando sua fé cristã.
  • A comemoração mistura relatos de diferentes santos com o nome Valentim e antigas tradições romanas, sendo hoje uma data popular mundialmente

Dívida Pública fixa-se em 65,87 mil milhões de dólares

 


A Dívida Pública angolana atingiu 60,08 biliões de kwanzas, equivalentes a 65,87 mil milhões de dólares, no final do terceiro trimestre de 2025.

A informação consta do Relatório de Execução do Orçamento Geral do Estado apreciado esta sexta-feira, 14 de Novembro, pelo Conselho de Ministros, em sessão extraordinária realizada na Cidade Alta, sob orientação do Presidente da República, João Lourenço.

A ministra das Finanças, Vera Daves, esclareceu que o valor integra a dívida governamental e a das empresas públicas, constituindo um indicador chave para o acompanhamento da sustentabilidade fiscal do país.

No período analisado, as receitas arrecadadas ascenderam a 5,95 biliões de kwanzas, enquanto as despesas executadas atingiram 6,31 biliões de kwanzas, resultando num défice orçamental de 362,92 mil milhões de kwanzas.

Apesar do saldo negativo, o resultado corrente foi superavitário em 1,17 biliões de kwanzas, assegurando a cobertura das despesas correntes com receitas próprias.

Na mesma sessão, o Executivo apreciou a Proposta de Lei que cria o Código do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares, diploma que será submetido à Assembleia Nacional para apreciação e aprovação, completando o pacote de reforma fiscal em curso.

A iniciativa visa modernizar o sistema tributário e garantir maior justiça e equidade, reduzindo a complexidade e unificando procedimentos.

HRW denuncia abusos policiais e contra liberdade de imprensa em Angola

 

A Human Rights Watch (HRW) denunciou abusos das forças de segurança angolanas e restrições à liberdade de imprensa num relatório hoje divulgado, incluindo detenções arbitrárias e a expulsão de jornalistas da RTP de um evento.



No capítulo dedicado a Angola, a organização aponta no relatório anual mundial de direitos humanos que a polícia recorreu em 2025 ao uso excessivo, e em alguns casos letal, da força para dispersar protestos, bem como a detenções arbitrárias de manifestantes, ativistas e profissionais da comunicação social.

Segundo o relatório, durante uma greve de taxistas de três dias iniciada a 28 de julho, a polícia usou força excessiva e ilegal contra manifestantes, o que terá resultado em pelo menos 29 mortos, centenas de feridos e na detenção de mais de 1.200 pessoas nas províncias de Luanda, Huambo, Benguela e Huíla.

A organização Não-Governamental (ONG) destaca ainda que, em fevereiro, a polícia deteve um correspondente da Deutsche Welle, bem como outras pessoas, incluindo dois deputados da oposição, durante uma marcha contra o assassínio de idosas na província do Kwanza Norte.

Em março, terão sido igualmente detidas dez mulheres durante uma manifestação contra a violência de género, em Luanda, tendo a polícia destruído os cartazes das manifestantes.

No que respeita à liberdade de imprensa, o relatório assinala que, em setembro, um tribunal de Luanda suspendeu uma greve nos órgãos de comunicação social estatais relacionada com salários por considerar que a paralisação violava o direito à informação.

A ONG indicou também que, em agosto, o Serviço de Investigação Criminal deteve dois jornalistas no âmbito de um processo relacionado com terrorismo que envolvia dois cidadãos russos, acusando-os de crimes como a partilha de "informação falsa" nas redes sociais, sem fornecer detalhes.

Um dos jornalistas, Armando Bumba, viria a ser libertado sem acusação, tendo organizações angolanas de defesa dos direitos humanos expressado preocupação com as detenções.

Ainda no capítulo sobre a imprensa, a HRW recorda que, em maio, a RTP denunciou a expulsão da sua equipa que se preparava para cobrir um evento na Presidência da República, em Luanda, classificando o episódio como um "ataque à liberdade de imprensa", tendo o Centro de Imprensa da Presidência retirado posteriormente o órgão de comunicação de um grupo de WhatsApp institucional.

No relatório aborda-se igualmente a situação do direito a um julgamento justo, referindo que 198 pessoas condenadas em 2024 por alegada participação em protestos a favor da autonomia regional continuavam, em setembro de 2025, detidas à espera de decisões sobre os seus recursos.

No enclave de Cabinda, a ONG dá conta de um recrudescimento das tensões, após confrontos entre as Forças Armadas Angolanas e a Frente de Libertação do Enclave de Cabinda (FLEC), em maio, que terão provocado a morte de pelo menos seis civis, segundo o grupo separatista, acusações que não foram comentadas publicamente pelas autoridades.

O relatório da HRW analisa a situação dos direitos humanos em mais de 100 países e regiões, incluindo Estados africanos, americanos, asiáticos, europeus e do Médio Oriente, bem como organizações regionais como a União Africana e a União Europeia.






Presidente da UNITA pede ao conselho da presidência do partido "entrega total" para a preparação das eleições de 2027

 O presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, pediu ao conselho da presidência, que integra militantes históricos do partido, "entrega absoluta", tendo em vista a preparação das eleições de 2027, uma vez que "não há tempo a perder".



"As eleições são já amanha e o tempo está curto", disse quinta-feira, 05, o líder da UNITA, durante a cerimónia da tomada de posse dos membros do "Governo Sombra", frisando que o conselho da presidência, composto por Isaías Samakuva, José Samuel Chiwale, Ernesto Mulato, Kamalata Numa, (...), Alcides Sakala, entre outros da direcção, têm um papel preponderante "rumo à vitória da UNITA nas eleições de 2027".

"Tenho a grande satisfação de ter no conselho da presidência companheiros de grande maturidade e experiência. Espero os melhores conselhos e iniciativas, para junto termos uma agenda à altura dos desafios do país", destacou.

Na opinião de Adalberto Costa Júnior (ACJ), a UNITA transporta o peso da história do partido e dos angolanos, "por isso, a organização deve fazer a grande diferença de mostrar a competência e a capacidade de governar no futuro".

Adalberto Costa Júnior observou que "Angola enfrenta uma crise estrutural impulsionada por décadas de corrupção sistémica, nepotismo e desvio de fundos públicos, resultando em pobreza extrema para grande parte da população2.

Refira-se que no 14º congresso ordinário, a UNITA elegeu Adalberto Costa Júnior como novo presidente.

ACJ nomeou o primeiro-ministro do Governo Sombra da UNITA, Raul Tati.

O Governo sombra tem como objectivo, segundo a UNITA, acompanhar a execução do plano nacional, estudar a evolução dos principais dossiers do país, auscultar o povo e actualizar o programa do partido para governar Angola. 

Ruanda protesta contra Hariana Verás

 Lisboa – As autoridades do Ruanda contestaram publicamente a actuação da jornalista angolana Hariana Verás, acusando-a de parcialidade e de alinhamento com a narrativa oficial da República Democrática do Congo (RDC) no contexto do conflito na região dos Grandes Lagos.

Fonte: Club-k.net





A polémica foi exposta na edição de 7 de Fevereiro pelo jornal ruandês The Times, numa reportagem em que o ministro dos Negócios Estrangeiros do Ruanda, Olivier Nduhungirehe, questiona a credibilidade e a independência profissional da jornalista, que recentemente passou a surgir como repórter da televisão estatal congolesa (RTNC), incluindo em intervenções junto à Casa Branca, em Washington.


Segundo a publicação, Hariana Verás tem difundido, nos últimos meses, posições consideradas hostis ao Ruanda e convergentes com as narrativas oficiais de Kinshasa e do Burundi, países que visitou repetidamente, apesar de nunca ter estado no Ruanda. Durante essas deslocações, manteve encontros públicos com o Presidente congolês, Félix Tshisekedi, e com o Presidente burundês, Évariste Ndayishimiye, cujas imagens foram transmitidas pela RTNC.


A controvérsia intensificou-se após a divulgação de um vídeo gravado em frente à Casa Branca, no qual Verás surge com um microfone da RTNC, questionando a administração norte-americana sobre alegadas violações do Acordo de Washington e sobre iniciativas de paz no Sudão. Kigali considera a associação enganosa, sublinhando que o acordo diz respeito exclusivamente às relações entre Ruanda e RDC.


O Acordo de Washington foi assinado a 4 de Dezembro de 2025 pelos Presidentes Paul Kagame e Félix Tshisekedi, sob mediação dos Estados Unidos, após vários meses de negociações, não abrangendo o conflito sudanês.


Acusações de falta de transparência

Em reacção, o ministro ruandês dos Negócios Estrangeiros acusou a jornalista de falta de transparência quanto à sua relação com as autoridades congolesas, referindo que Verás se deslocou por duas vezes a Kinshasa num curto espaço de tempo, encontrou-se com o Presidente Tshisekedi e utilizou meios da televisão estatal congolesa sem esclarecer publicamente se mantém vínculos contratuais com o Estado congolês.


“Descobrimos que se apresentou na Casa Branca com um microfone da RTNC sem nunca ter revelado que poderia estar ao serviço de Kinshasa”, afirmou Nduhungirehe, classificando a actuação como enganosa e incompatível com padrões de jornalismo independente.


As críticas estenderam-se a vozes regionais. O jornalista ugandês Andrew Mwenda considerou que Hariana Verás actua como agente político e não como jornalista independente, acusando-a de contribuir para a desinformação sobre o conflito no leste da RDC.


Analistas próximos da região dos Grandes Lagos apontam ainda que a cobertura promovida por Verás omite questões centrais, como a falta de acção de Kinshasa na neutralização das FDLR, grupo armado ligado ao genocídio de 1994 no Ruanda, bem como o apoio a milícias locais conhecidas como Wazalendo.


O investigador Alex Mvuka Ntung alertou para o impacto deste tipo de cobertura, defendendo que a instrumentalização mediática em contextos de conflito “aumenta o risco de propaganda, polarização e incitamento ao ódio”.


Até ao momento, Hariana Verás não reagiu publicamente às acusações, mantendo-se o caso no centro de um debate regional sobre ética jornalística, alinhamento político e o papel dos media nos conflitos africanos.